Bem os dias foram passando...
Deparei-me com algumas desilusões. Andei desiludida comigo, desiludida com algumas coisas que fiz e com outras que não fiz. Andei confusa, as ideias andaram todas fora do lugar e a cada dia que passa parecia que aparecia sempre algo que me vinha complicar ainda mais esta cabeça que só por si já é complicada. Eu complico tudo também, é verdade mas às vezes há coisas que me podiam facilitar a vida, mas não o fazem.
A mãe dele ligou-me há uns dias e fiquei feliz por ela me apoiar, por ela me ouvir e me entender, ela sempre foi muito imparcial, torcia por nós porque sabe que sou uma boa miúda mas sabe também que o filho que tem não merece nada daquilo que sou.
Ontem encontrei-o na discoteca, olhei para trás e vi-o chegar, fez-me um olhar do tipo "ah olha quem está aqui", devia pensar que eu o ia cumprimentar mas nada disso. Ele disse-me para eu o esquecer como amigo e estou a fzer exactamente isso. Olhei para ele com ar de gozo e virei a cara. Só o vi depois à saída mas fingi nem ver. Vi também a rapariga que agora é namorada dele. Bem sendo muito sincera e todos sabem bem que não sou convencida, mas ela fica bem abaixo de mim em termos de beleza exterior, deve ter um bom interior (ou não)...não sei e não pretendo descobri-lo. Mas foi bom vê-los juntos, não senti ciúmes, apenas senti raiva, mas dizem-me que é normal. Fico feliz por ele já não me atingir, já me é indiferente, hoje tenho a certeza que não haverá mais nenhuma recaída, não o quero nem como amigo nem como nada. Estou melhor que nunca sem ele na minha vida.
Já começo a sentir de verdade confiança em mim. Sinto-me segura, sei o valor que tenho e isso faz-me sentir tão bem. Sou tão boa ou melhor que os que me rodeiam. Eu confio em mim! Como é bom voltar a dizer isto!
Já consigo sorrir, com aquele sorrisão que os meus amigos tantas vezes me perguntavam onde andava e eu pensei que nunca tivesse desaparecido, apenas tinha mudado, mas não, tinha mesmo desaparecido. Hoje volto a saber sorrir de verdade, sinto toda a alegria, todos os sentimentos, todas as emoções de forma diferente. Sem pressões, sem restrições, sem manipulações.
É bom poder fazer o que me apetece sem estar sempre a pensar se a outra pessoa vai ou não gostar daquela ou de outra atitude que tenho. Sinto-me feliz por tudo o que tenho vivido junto dos meus amigos, eles dão-me tudo mas mesmo tudo o que preciso. Amor? Tenho o que preciso, os que me rodeiam amam-me e eu também os amo de verdade. Namorados? Não quero, obrigado. Não quero voltar a sentir-me como me sentia antes, aquela pressão, aquele sufouco... Talvez daqui a uns tempos mude de ideias mas agora não quero, até tenho medo de pensar nisso. Um namoro é um compromisso que envolve muitas coisas, coisas essas que neste momento não sou capaz de dar nem quero.
Eu consigo ser feliz sem aquele compromisso sério que muitos acham imprescindível, bem depende da personalidade e dos feitios de cada um, não é verdade?
Eu estou naquela fase de aproveitar e libertar-me da prisão à qual me submeti durante tanto tempo.
Sinto-me feliz!
Voltei mesmo a viver de verdade!
Deparei-me com algumas desilusões. Andei desiludida comigo, desiludida com algumas coisas que fiz e com outras que não fiz. Andei confusa, as ideias andaram todas fora do lugar e a cada dia que passa parecia que aparecia sempre algo que me vinha complicar ainda mais esta cabeça que só por si já é complicada. Eu complico tudo também, é verdade mas às vezes há coisas que me podiam facilitar a vida, mas não o fazem.
A mãe dele ligou-me há uns dias e fiquei feliz por ela me apoiar, por ela me ouvir e me entender, ela sempre foi muito imparcial, torcia por nós porque sabe que sou uma boa miúda mas sabe também que o filho que tem não merece nada daquilo que sou.
Ontem encontrei-o na discoteca, olhei para trás e vi-o chegar, fez-me um olhar do tipo "ah olha quem está aqui", devia pensar que eu o ia cumprimentar mas nada disso. Ele disse-me para eu o esquecer como amigo e estou a fzer exactamente isso. Olhei para ele com ar de gozo e virei a cara. Só o vi depois à saída mas fingi nem ver. Vi também a rapariga que agora é namorada dele. Bem sendo muito sincera e todos sabem bem que não sou convencida, mas ela fica bem abaixo de mim em termos de beleza exterior, deve ter um bom interior (ou não)...não sei e não pretendo descobri-lo. Mas foi bom vê-los juntos, não senti ciúmes, apenas senti raiva, mas dizem-me que é normal. Fico feliz por ele já não me atingir, já me é indiferente, hoje tenho a certeza que não haverá mais nenhuma recaída, não o quero nem como amigo nem como nada. Estou melhor que nunca sem ele na minha vida.
Já começo a sentir de verdade confiança em mim. Sinto-me segura, sei o valor que tenho e isso faz-me sentir tão bem. Sou tão boa ou melhor que os que me rodeiam. Eu confio em mim! Como é bom voltar a dizer isto!
Já consigo sorrir, com aquele sorrisão que os meus amigos tantas vezes me perguntavam onde andava e eu pensei que nunca tivesse desaparecido, apenas tinha mudado, mas não, tinha mesmo desaparecido. Hoje volto a saber sorrir de verdade, sinto toda a alegria, todos os sentimentos, todas as emoções de forma diferente. Sem pressões, sem restrições, sem manipulações.
É bom poder fazer o que me apetece sem estar sempre a pensar se a outra pessoa vai ou não gostar daquela ou de outra atitude que tenho. Sinto-me feliz por tudo o que tenho vivido junto dos meus amigos, eles dão-me tudo mas mesmo tudo o que preciso. Amor? Tenho o que preciso, os que me rodeiam amam-me e eu também os amo de verdade. Namorados? Não quero, obrigado. Não quero voltar a sentir-me como me sentia antes, aquela pressão, aquele sufouco... Talvez daqui a uns tempos mude de ideias mas agora não quero, até tenho medo de pensar nisso. Um namoro é um compromisso que envolve muitas coisas, coisas essas que neste momento não sou capaz de dar nem quero.
Eu consigo ser feliz sem aquele compromisso sério que muitos acham imprescindível, bem depende da personalidade e dos feitios de cada um, não é verdade?
Eu estou naquela fase de aproveitar e libertar-me da prisão à qual me submeti durante tanto tempo.
Sinto-me feliz!
Voltei mesmo a viver de verdade!
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