E, mais uma vez, quando está tudo bem ele volta para me atormentar a vida. Parece que adivinha quando as coisas até me estão a correr bem e nesses momentos aparece para deixar mais uma vez a sua triste marca.
Hoje ele veio falar comigo para pedir para voltarmos a ser amigos, estava à espera que eu, mais uma vez, cedesse, mas desta vez enganou-se bem. Cedi tantas vezes, dei-lhe tudo e no fim que recebi em troca? Nada. Custa-me agir assim, não sou ninguém para o julgar, não sou nenhuma santa, mas tenho o direito de decidir quem quero ter na minha vida e quem não quero, definitivamente ele é alguém que não quero ter por perto, aliás nem perto nem longe, simplesmente não quero ter nada a ver com ele.
Com isto tudo ponho-me a pensar no passado, só me faz mal eu sei, mas é inevitável.
Ele disse-me palavras lindas, fez promessas e depois transformou tudo isso em facas que ainda se encontram cravadas no meu peito.
Já passou algum tempo, mas estas feridas demoram a sarar. É muito duro olhar para trás e ver tudo o que dei e tudo o que perdi por causa dele. Tenho de aprender a viver com isto, mas às vezes não é nada fácil. Não consigo aceitar o que aconteceu, não consigo aceitar que estive durante tanto tempo com alguém como ele, não consigo… Critico quem vive agarrado ao passado, mas a verdade é que de certa forma eu também vivo, não porque quero, mas porque não o consigo ultrapassar. Foi como se eu estivesse a sonhar durante meses e de repente acordar e ver-me num pesadelo. Hoje esse pesadelo já passou, mas continuo assustada.
Ninguém consegue entender aquilo que sinto, já quase desisti de falar sobre o assunto, não vale a pena. Cada vez que falo há quem ainda me faça perguntas do tipo “ainda gostas dele?” ou “eras capaz de voltar com ele?”. Mais vale estar calada, pelo menos assim não assisto à incompreensão e perguntas absurdas de certas pessoas.
Se alguém imaginasse a dor que eu sinto no peito…ninguém tem noção do quanto sai magoada desta relação, ninguém!
Como posso eu entregar um coração ferido de novo a alguém?
Hoje sou uma pessoa cheia de dúvidas, medos e inseguranças.
Hoje ele veio falar comigo para pedir para voltarmos a ser amigos, estava à espera que eu, mais uma vez, cedesse, mas desta vez enganou-se bem. Cedi tantas vezes, dei-lhe tudo e no fim que recebi em troca? Nada. Custa-me agir assim, não sou ninguém para o julgar, não sou nenhuma santa, mas tenho o direito de decidir quem quero ter na minha vida e quem não quero, definitivamente ele é alguém que não quero ter por perto, aliás nem perto nem longe, simplesmente não quero ter nada a ver com ele.
Com isto tudo ponho-me a pensar no passado, só me faz mal eu sei, mas é inevitável.
Ele disse-me palavras lindas, fez promessas e depois transformou tudo isso em facas que ainda se encontram cravadas no meu peito.
Já passou algum tempo, mas estas feridas demoram a sarar. É muito duro olhar para trás e ver tudo o que dei e tudo o que perdi por causa dele. Tenho de aprender a viver com isto, mas às vezes não é nada fácil. Não consigo aceitar o que aconteceu, não consigo aceitar que estive durante tanto tempo com alguém como ele, não consigo… Critico quem vive agarrado ao passado, mas a verdade é que de certa forma eu também vivo, não porque quero, mas porque não o consigo ultrapassar. Foi como se eu estivesse a sonhar durante meses e de repente acordar e ver-me num pesadelo. Hoje esse pesadelo já passou, mas continuo assustada.
Ninguém consegue entender aquilo que sinto, já quase desisti de falar sobre o assunto, não vale a pena. Cada vez que falo há quem ainda me faça perguntas do tipo “ainda gostas dele?” ou “eras capaz de voltar com ele?”. Mais vale estar calada, pelo menos assim não assisto à incompreensão e perguntas absurdas de certas pessoas.
Se alguém imaginasse a dor que eu sinto no peito…ninguém tem noção do quanto sai magoada desta relação, ninguém!
Como posso eu entregar um coração ferido de novo a alguém?
Hoje sou uma pessoa cheia de dúvidas, medos e inseguranças.
Comentários