Hoje sinto que preciso de escrever.
Às vezes, parece que a vida está de pernas para o ar e nós não sabemos como nem porquê. A minha vida está um pouco assim.
Sinto falta de algo que me motive e me dê a esperança que aos poucos estou a perder.
Estou presa a memórias e a sombras do passado, que insistem em voltar; com outros corpos e com outros rostos vêem assombrar-me e transformar o meu dia numa escuridão que é cada vez maior e maior.
É difícil encontrar o equilíbrio que nunca tive nesta fase que ainda chamo de “transição”.
Eu tenho problemas comigo, problemas que não posso ultrapassar sozinha, problemas talvez só curados com uma última facada no coração, talvez eu precise dessa dor para encontrar a paz e o alívio. Mas essa dor está muito longe do meu alcance, nem sei se quero mesmo alcançá-la, era mais fácil se viesse ter comigo sem eu ter de me chegar até ela.
Fecho os olhos e sinto-me tão estúpida… Deitada na cama tento encontrar uma solução, uma explicação, mas será que existe? Ou serão apenas problemas que eu própria crio para me culpar daquilo de que não tenho culpa? Eu sei que às vezes me castigo demais e me torturo com coisas que me dizem que “já passaram”, mas não passaram.
Não consigo estar bem comigo e não consigo estar bem com os outros, vou-me matando aos poucos e ferindo aqueles de quem mais gosto com palavras e gestos impensados.
Não sei com quem falar, nem sei o que dizer…talvez o meu silêncio diga muito ou talvez não diga nada.
Às vezes, parece que a vida está de pernas para o ar e nós não sabemos como nem porquê. A minha vida está um pouco assim.
Sinto falta de algo que me motive e me dê a esperança que aos poucos estou a perder.
Estou presa a memórias e a sombras do passado, que insistem em voltar; com outros corpos e com outros rostos vêem assombrar-me e transformar o meu dia numa escuridão que é cada vez maior e maior.
É difícil encontrar o equilíbrio que nunca tive nesta fase que ainda chamo de “transição”.
Eu tenho problemas comigo, problemas que não posso ultrapassar sozinha, problemas talvez só curados com uma última facada no coração, talvez eu precise dessa dor para encontrar a paz e o alívio. Mas essa dor está muito longe do meu alcance, nem sei se quero mesmo alcançá-la, era mais fácil se viesse ter comigo sem eu ter de me chegar até ela.
Fecho os olhos e sinto-me tão estúpida… Deitada na cama tento encontrar uma solução, uma explicação, mas será que existe? Ou serão apenas problemas que eu própria crio para me culpar daquilo de que não tenho culpa? Eu sei que às vezes me castigo demais e me torturo com coisas que me dizem que “já passaram”, mas não passaram.
Não consigo estar bem comigo e não consigo estar bem com os outros, vou-me matando aos poucos e ferindo aqueles de quem mais gosto com palavras e gestos impensados.
Não sei com quem falar, nem sei o que dizer…talvez o meu silêncio diga muito ou talvez não diga nada.
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